A partir de hoje o Volta Redonda passa a contar com um diretor remunerado para as suas categorias de base. Parece desnecessário para alguns, mas a finalidade é importante para um clube que pretende se projetar, ser vencedor e captar recursos. Trata-se de Ângelo Medina, ex-diretor do Artsul, que vai trabalhar com esse objetivo. E notório que não vai trabalhar sozinho e ao seu lado estarão os atuais diretores. A promessa do atual gestor é agregar forças para que o trabalho se solidifique. O atual currículo do novo diretor remunerado é de um profissional com muita experiência em gestão esportiva. Uma das principais metas é a participação das categorias de base do Voltaço em competições de visibilidade, como a Taça BH de Futebol (Juniores) e a Copa São Paulo (Juniores), esta última com a participação do time há muito tempo. O clube teve no seu trabalho de base sua sustentabilidade, com negociações de jogadores que trouxeram recursos para manutenção do time por longas datas. Eduardo Bragança, Darci, Elson, Donizete e recentemente Dedé, hoje no Vasco, são alguns exemplos.
Outro aspecto importante é a captação de recursos para desgarrar um pouco o clube dos recursos públicos, dando mais liberdade aos seus gestores. Ressalvo a importância da ajuda do poder público. Ainda mais o time que representa e tem o nome da cidade. O Volta Redonda não é diferente dos demais pequenos clubes do futebol brasileiro. Precisa e não tem sobrevida sem a ajuda de um parceiro.
Pelo Menos é Minha Opinião
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