O assassinato de Maria Aparecida Roseli Miranda, de 22 anos, dentro da Siderúrgica Barra Mansa, por asfixia, ainda não foi esclarecido e o autor continua em liberdade. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Renato Soares, pretende marcar uma mobilização para quinta-feira, para chamar a atenção das autoridades. Maria Aparecida que trabalhava na cozinha da SBM, empresa terceirizada, desapareceu no domingo, dia 17. O corpo foi encontrado somente três dias depois, dia 19, terça-feira, dentro de uma lixeira, envolta por sacos plásticos próxima ao seu local de trabalho A advogada da família, Monique Borges, defende a quebra de sigilo telefônico para chegar ao assassino. O pai, Antônio Miranda, garante que se fosse o assassinato de uma pessoa mais abastada, certamente o autor da morte de Maria Aparecida já estivesse preso. "Minha família é pobre. Se a gente tivesse dinheiro o assassino já estava preso", disse o pai Antônio Miranda.
Estamos disponibilizando três entrevistas para os leitores do Show de Notícias. As entrevistas serão apresentadas no Show da Tarde desta segunda-feira, pela Rádio Sul Fluminense-AM.

Maria Aparecida Roseli entrou para trabalhar e foi encontrada morta dentro da SBM
Pai: "Minha família é humilde. Se a gente tivesse dinheiro o autor do crime estava preso"
Maria Aparecida Roseli tinha apenas 22 anos e foi assassinada dentro da empresa
1ª - Luiz Antônio Pena (cunhado) - Entrevista foi ao "ar" em 05 maio de 2008. Três meses depois da morte de Maria Aparecida.
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