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7 de agosto de 2009

Burocracia atrasa enterro de supervisor da Siderúrgica Barra Mansa

O corpo do supervisor da Companhia Siderúrgica Barra Mansa, Aristide Macedo da Cunha, de 50 anos, morador da Avenida Pernambuco, no bairro Belmonte, acidentado no último domingo, com várias queimaduras em conseqüência do acidente na SBM, somente foi liberado do Instituto Médico Legal, de São Paulo, onde morreu depois de sido levado para tratamento, num hospital especializado, na noite de ontem. O translado atrasou devido a acidentes na Rodovia Presidente Dutra, na saída de São Paulo. O corpo chegou somente por volta da meia-noite. O corpo está sendo velado no Cemitério Portal da Saudade, onde será enterrado às 8 horas. Parentes e amigos ficaram revoltados com o atraso. João, amigo de Aristide ficou indignado com a demora da chegada do corpo à Volta Redonda. "É um absurdo fazer isso com a família. É um martírio. A família está sofrendo muito. É como ir matando a pessoa aos poucos. A gente lamenta que isso ainda ocorra no nosso país", disse um amigo da família.

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